segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Saúde

                             
                                           Para todas as MULHERES que fazem QUIMIOTERAPIA, 
                              elas também são PRINCESAS GUERREIRAS!!!!


Leiam o texto neste blog: Não Desperdice seu Câncer.


Fonte: combate ao câncer

sábado, 24 de dezembro de 2011

Interesse Geral



Rir é o melhor remédio

Rir é o melhor remédio
Dizem que há muita sabedoria nos ditados populares. Esse é um bom exemplo. Todo mundo concorda que uma das melhores coisas na vida é dar umas belas gargalhadas. E em grupo melhor ainda, mesmo porque o riso é contagioso e um fator de agregação social. Todos nós já passamos por situações onde rimos às vezes até as lágrimas e muitas vezes não sabemos nem o porquê. A explicação biológica para a sensação de bem estar advinda do riso seria a liberação de neurotransmissores, em particular a endorfina. De acordo com um estudo recente publicado noProceedings of The Royal Society, não é o prazer intelectual associado ao humor, mas sim o ato físico de dar risadas que seria o responsável por esse efeito. A pesquisa, realizada por Robert Dunbar junto com cientistas do Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos, comprovou que é quando damos gargalhadas que liberamos endorfinas, aquele mesmo neurotransmissor que liberamos durante o exercício físico, principalmente corridas de grande distância. Além da sensação de bem estar, um dos conhecidos efeitos da endorfina é também aumentar o limiar da dor.
Como saber se liberamos endorfinas?
As endorfinas são produzidas pelo sistema nervoso central (SNC), mas não é possível medi-las no sangue porque elas não atravessam a barreira hemato-encefálica (do cérebro para o sangue). Uma maneira indireta de analisar a liberação de endorfinas é através do seu papel anestésico, ou seja, medir o nosso limiar a dor. Essa propriedade pode ser muito potente. Não é raro ouvir casos de pessoas que sofreram uma fratura durante uma maratona ou perderam as unhas do pé e só perceberam depois da corrida. E foi isso que os pesquisadores avaliaram para concluir o que acontecia como consequência do ato de rir: a tolerância à dor antes e depois do experimento.
Como foi feita a pesquisa?
Sem entrar em muitos detalhes, os cientistas dividiram os voluntários em diferentes grupos que assistiam três tipos diferentes de vídeos: cômicos (tais como Os SimpsonsFriendsSouth Parkou de comediantes conhecidos), neutros (tais como histórias sobre treinamento de cães ou de golfinhos) e filmes positivos mas não cômicos (geralmente relacionados com a preservação da natureza). Todos os voluntários eram submetidos a um experimento (uma cinta de gelo em torno do braço) e media-se quanto tempo eram capazes de tolerar a dor. Como a tolerância à dor é muito individual, cada um dos participantes foi analisado antes e depois de assistir ao vídeo. E o resultado foi surpreendente. Os indivíduos que haviam visto os filmes cômicos e dado boas gargalhadas tinham aumentado significativamente a sua resistência à dor. Viva os Doutores da Alegria, aqueles profissionais fantásticos cujo papel é exatamente esse: provocar o riso em crianças doentes em hospitais.
Gargalhadas ao invés de exercicio físico?
Para os preguiçosos de plantão – que são contra qualquer tipo de exercicio aeróbico e não usufruem do prazer da endorfina – essa também é uma excelente alternativa. É claro que há outros benefícios associados à atividade física além da liberação desse neurotransmissor. Mas se você é daqueles que odeia se exercitar, junte uma turma de amigos bem humorados e dê umas boas gargalhadas. Aproveite suas férias e ria muito.
Boas festas e um 2012 super feliz, querido leitor.
Por Mayana Zatz

Natal!!!!!!!


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Decoração



Estas imagens estão no blog Le Petit Espace.
São lindas!!!!!!!!  Amei!!!!!!!!!

sábado, 10 de dezembro de 2011

Dia do Fonoaudiólogo


Nove motivos para procurar um fonoaudiólogo

Rouquidão, problemas de fala, audição e até estética facial melhoram com tratamento




por: letícia gonçalves
A capacidade de articular bem palavras, medir o tom de voz ideal e respirar nos intervalos certos destaca-se entre as pessoas que são habilidosas em se comunicar - feliz de quem apresenta naturalmente essas características. Se este não é o seu caso, um fonoaudiólogo pode ajudar. "Nós trabalhamos a comunicação, incluindo voz, escrita e audição", afirma a fonoaudióloga Solange Gonçalves, do Hospital Universitário São Francisco, em Bragança Paulista (SP). 

Sucção, deglutição e mastigação são outras atividades que têm melhora no rendimento com a ajuda de sessões regulares no fonoaudiólogo, profissional homenageado em 9 de dezembro. Aproveite a data e veja como uma consulta pode ajudar nestas e em outras situações.

Amamentação
Quem já não ouviu mães reclamando que não tem leite ou que o bebê parece rejeitar o peito? O fonoaudiólogo atua nessa área, estimulando a sucção e deglutição do bebê e evita o desmame precoce. "Isso é feito por meio de orientações e acompanhamento da mãe, além do treinamento de equipes de saúde em hospitais, para incentivar o aleitamento materno", explica a fonoaudióloga Eliana de Martino, diretora do curso de Fonoaudiologia da Universidade Guarulhos.

Volto com outras notícias do Dia do Fonoaudiólogo.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011



Jovens autores com Síndrome de Down autografam o livro "Mude Seu Falar Eu Mudo Meu Ouvir"

21/11/11 15h29

Jovens autores com Síndrome de Down autografam o livro "Mude Seu Falar Eu Mudo Meu Ouvir"


Lançado no dia 19 de novembro, o livro "Mude Seu Falar Eu Mudo Meu Ouvir" teve seu texto elaborado por pessoas com Síndrome de Down e visa mostrar para os leitores um pouco mais sobre esse tipo de deficiência. A cerimônia de lançamento aconteceu durante o último dia do Seminário Internacional: Celebrando os 30 anos do AIPD (Ano Internacional das Pessoas Deficientes), em São Paulo, realizado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

O livro conta com sete autores, mais a Associação Carpe Diem. São eles: Carolina Yuki Fijihira, Ana Beatriz Pierre Paiva, Beatriz Ananias Giordano, Carolina de Vecchio Maia, Carolina Reis Costa Golebski, Claudio Aleoni Arruda e Thiago Rodrigues. Os autores estiveram no evento de lançamento, autografando os livros.

O objetivo principal do livro, que foi feito de forma criativa e participativa, é servir como base para a concretização da mudança na forma de pensar e ver a deficiência intelectual. É o primeiro livro sobre acessibilidade, escrito por pessoas com deficiência intelectual.

O direito a acessibilidade que os autores buscam tem um sólido respaldo na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil como emenda constitucional, pelo Decreto Legislativo 186/2008 e Decreto Executivo 6.949/09.

SERVIÇO
Mude seu falar eu mudo meu ouvir um livro escrito por pessoas com deficiência intelectual.

Autores:  Associação Carpe Diem, Carolina Yuki Fijihira, Ana Beatriz Pierre Paiva, Beatriz Ananias Giordano, Carolina de Vecchio Maia, Carolina Reis Costa Golebski, Claudio Aleoni Arruda, Thiago Rodrigues.

O livro pode ser adquirido diretamente com a instituição Carpe Diem: (11) 5093.1888.